
A grande necessidade para que um grande esporte se mantenha popular com pessoas o praticando são as grandes competições, sem dúvida nenhuma e o Rio Open foi e é uma dessas competições vital para o Jiu-jitsu no Brasil e no Rio de Janeiro, nela após o seu término, histórias, “causos”, batalhas, heróis, tudo que uma grande competição nos traz.No Rio Open grandes atletas, verdadeiros heróis apareceram para lutar e fazer história, é deles que vamos falar aqui mas nenhum deles subiram ao lugar mais alto do pódio, mas foram verdadeiros campeões.
Do Mato Grosso representando a Gracie Barra Alan Régis sempre acompanhado da familia traduziu o que chamamos de raça, Leonardo Nogueira da Aliance nos ensinou como ser um casca grossa da pesada sem nunca fazer uma cara feia sequer, técnico, inteligente, prova que a Arte Suave é Xadrez sim, ao contrário que muitos pensam é pra gente muito inteligente, Leonardo é. Quando
a final do pesado foi vencida por Rodolfo Vieira os holofotes se voltaram pra ele e pouca gente percebeu seu adversário que literalmente se arrastou até a placa, escondeu o rosto atrás da mão e chorou copiosamente, um choro incapaz de ser traduzido em palvras mas compreendido por aqueles que bu
scam de verdade um sonho, Bernardo Augusto Rocha da Aliance é um exemplo, em todos os sentidos, exemplo daqueles necessários para a sobrevivência de qualquer esporte, aquele típico exemplo que um pai de familia deseja que seu filho siga, um exemplo honesto, capaz de cair em lágrimas e de resurgir num próximo evento mais forte ainda.Rodrigo Cavaca é outro nome dessa lista, com uma responsabilidade de líder, tem um comportamento exemplar e um Jiu-jitsu de se admirar, tranquilo luta como se estivesse dando uma aula em alguma sala de faculdade, com detalhes e conhecimentos que muitos podem até não entender mas que tem muito conteúdo, Cavaca tem se tornado um especialista no seu estilo de lutar e de se comportar e pra finalizar nossa lista Bruno Frazato e Rafael Formiga que lutaram na mesma categoria, se enfrentaram com vitória apertada para Frazato, mas que deixam aqui o exemplo de se submeterem as decisões da organização,em especial a arbitragem, ambos viveram situações iguais, lutas duras, apertadas e a convicção da vitória, contestada com o levantamento do braço do adversário. Em momento algum, nenhum deles esboçaram uma reclamação sequer e era óbvio que ambos tinham certeza que haviam ganho suas lutas, porém submeteram-se a autoridade dos ábitros e nada falaram, postura essa l
ouvavél e exemplar, e é exatamente disso que estamos falando, de exemplos, atletas, guerreiros; heróis!Que venham mais Alan Regis, Leonardo Nogueiras, Bernardos Augustos, Rodrigos Cavacas, Brunos Frazatos e R
afaeis Formigas !!!







































